Em 2017, em Portugal, grandes incêndios destruíram floresta, mataram crianças e adultos, uns morreram nas suas aldeias e outros encurralados numa estrada. A comunicação não funcionou, e as aldeias não tinham abrigos.
A acção do filme não se passa em 2017, mas já mais tarde. Acompanha um núcleo de pequeno de pessoas que perderam os familiares mais próximos, e que agora estão no seu processo de aprender a viver depois de tudo o que perderam.
Justa é uma ficção que tem como génese esses acontecimentos, e que nos lembra como tantas experiências na vida não são partilháveis nem entendíveis por quem não passou por elas.
FESTIVAIS:
[2025] Festival do Rio [Brasil]
[2026] Berlin Critics' Week [Alemanha]
Ficção
2025, Portugal, França, 108'
Argumento: Teresa Villaverde
Fotografia: Acácio de Almeida
Som: Vasco Pimentel, Olivier Blanc, Joel Rangon, Ivan Neskov
Montagem: Clara Jost, Teresa Villaverde
Música: Johannes Brahms, Lô Borges
Direcção de Arte: Joana Villaverde
Figurinos: Patrícia Dória
Produção: Teresa Villaverde / Alce Filmes
Co-Produção: Daniel Chabannes, Corentin Sénéchal / Epicentre Films
Elenco: Betty Faria, Madalena Cunha, Filomena Cautela, Ricardo Vidal, Alexandre Batista, Robinson Stévenin, Francisco Nascimento, Anabela Moreira, João Pedro Vaz